Análise – Resident Evil 7: Biohazard

Eu não sou o maior fã de Resident Evil e nem de coisas de terror, joguei o primeiro no emulador de gamecube, mas a jogabilidade era estilo tank, acabei que abandonei e não terminei, quando saiu o remake, joguei também, mas sei lá, o jogo não me cativou. Pulando para a parte de ação, joguei o 4 na época do Playstation 2 e abandone por dois motivos: não pode andar atirando o que eu achava extremamente ruim já que estava acostumado com jogos mais dinâmicos e um cara da motosserra, é aquele cara, eu sou cagão, ele me assustou muito. O 5 joguei muito pouco, parece um jogo interessante para se jogar co-op e o 6 eu peguei emprestado, joguei 30 minutos e devolvi.
Resumindo eu não terminei nenhum dos Resident Evil, fiquei surpreso pelo 7 ter voltado para o terror e isso me fez ter um pouco mais de interesse pelo game, entrei em contato com a Capcom e eles me mandaram o jogo para fazer o review, primeira empresa que reconhece o canal do youtube, resumindo Resident Evil 7 mesmo se fosse ruim, o que não é, ainda seria especial para mim.

Game: Resident Evil 7: Biohazard
Desenvolvedora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Lançamento Inicial: 24 de janeiro de 2017
Plataformas: PC/PS4/ONE
Versão Jogada: PC

Participantes
Roteiro/Narração/Edição: Skypper67
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Uma pessoa que se auto declara nerd, mas que nunca assistiu Star Trek, nem leu Guia do Mochileiro Das Galáxias, nem jogou Ocarina of Time, nem assistiu Dragonball, nem leu Sandman, nem Harry Potter. Mas sabe o que eu tenho? Vontade de ver/assistir/ler isso tudo, vontade!